Cooperados

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Nam liber tempor cum soluta nobis eleifend option congue nihil imperdiet doming id quod mazim placerat facer possim assum. Typi non habent claritatem insitam; est usus legentis in iis qui facit eorum claritatem. Investigationes demonstraverunt lectores legere me lius quod ii legunt saepius.

Claritas est etiam processus dynamicus, qui sequitur mutationem consuetudium lectorum. Mirum est notare quam littera gothica, quam nunc putamus parum claram, anteposuerit litterarum formas humanitatis per seacula quarta decima et quinta decima. Eodem modo typi, qui nunc nobis videntur parum clari, fiant sollemnes in futurum.

Conheça um pouco sobre os nosso cooperados:

Carlos Deolino

O bom filho a casa torna

Deixar de trabalhar para os outros foi a grande mudança na minha vida”. Assim Carlos Deolino, 37, morador da comunidade Vale do Riachão, em Igrapiúna (BA), relata sua experiência na Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm). Associado há oito anos, Carlos apresenta uma trajetória de vida que é exemplo de coragem e perseverança.

Aos 18 anos, insatisfeito com o trabalho de madeireiro, se mudou da Bahia para São Paulo. Chegando à nova cidade, Carlos passou por muitas dificuldades, sem nem mesmo ter como alimentar sua família.

Após seis anos, o agricultor retornou para a Bahia e deu início ao plantio de pupunha. Porém, sem assistência técnica, o lucro sobre a produção era entregue aos atravessadores. Assim, Carlos perdia a esperança de ter uma renda digna com a agricultura.

Mas, em 2006, o cenário começou a mudar quando se tornou cooperado. “Passei a receber acompanhamento de qualidade dos técnicos e a ter todo apoio necessário”, lembra. Atualmente, Carlos tem dois hectares de pupunha e faz parte do Conselho Administrativo da cooperativa. “Vejo na Coopalm uma grande família”, completa.

Raimundo Santos

Em prol do bem coletivo

“Ver as transformações na vida das pessoas é o que faz meu trabalho valer a pena”, relata, contente, Raimundo Santos. O agricultor, filho de Ituberá (BA), há seis anos assume a presidência da Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm) e presta apoio aos mais de 500 produtores associados.

Devido a esse compromisso, Raimundo visita, frequentemente, as propriedades dos cooperados e os assiste quanto ao planejamento e execução dos plantios, além de compartilhar informações com eles sobre técnicas agrícolas. “Pessoas que não tinham como gerar renda, hoje conseguiram se estabilizar. Isso porque tiveram acesso ao conhecimento adequado”, reforça.

Antes de fazer parte da Coopalm, Raimundo acumulou experiências que fazem dele uma pessoa determinada e corajosa. “Por dois anos trabalhei em terra que não era minha, plantando banana, cacau, guaraná, urucum. Era um tempo difícil, mas junto com minha família consegui ter forças para resistir. Quando assistentes educadores vieram para a região a fim de estimular o plantio de palmito de pupunha, demorei a acreditar que daria certo.

Mas, mesmo assim, me arrisquei e o resultado surgiu”, detalha.

Ainda cauteloso, Raimundo começou sua produção apenas com um hectare. “O palmito não demorou para ‘pegar’. A dificuldade, na época, era comercialização. O preço pago pelos atravessadores não era justo”. Para solucionar essa situação, o produtor e moradores dos municípios baianos de Ituberá, Nilo Peçanha e Taperoá decidiram se organizar. Assim, nasceu a Coopalm. “Nem todos aderiram à ideia porque existia a crença de que as cooperativas não duravam muito tempo. Não duravam porque os agricultores não se sentiam parte dela”, justifica.

“Não só eu, mas os produtores de nossa região estão vivendo com dignidade. Queremos mais e continuaremos com nosso trabalho. Proporcionar mudanças na realidade ao meu redor é o que mais me motiva”, finaliza.

Erivaldo Santiago

Inclusão - Geração de tralho e renda

A mesa posta é convidativa e recusar almoçar na casa do senhor Erivaldo Santiago é uma ofensa.

O cardápio é de dar água na boca: feijão, arroz e galinha da terra. Quem vê a variedade de alimento que o agricultor serve hoje para família e visitantes pouco sabe que antes de ser sócio da Coopalm, Vado, como é chamado na comunidade, passou fome, chegando a vender sua força de trabalho por R$ 4,00 a diária.

"“A fome é uma coisa que dói demais e era tanta dor que só pensava em largar a roça e ir embora. A pupunha foi a minha salvação, hoje tenho uma renda média de R$ 900,00 só com a pupunha. Panela vazia na minha casa, agora, só depois do almoço”", afirmar o agricultor.

Janete Cardoso

Mulher no campo

A tolha sobre a mesa de jantar combina com o vaso com flores colhidas perto de casa. Os caqueiros e xaxins também enfeitam os cantos da casa da agricultora Janete Cardoso, moradora da comunidade Serra do Sal, localizada no município de Presidente Tancredo Neves (BA).

Associada à Cooperativa dos Produtores de Palmito do Baixo Sul da Bahia (Coopalm), Janete estende os mesmo cuidados com sua residência aos cultivos de pupunha e conta que sua renda média mensal é de R$ 1390 . “Hoje tenho três hectares de pupunha, uma produzindo e duas sendo implantadas. Se já está bom assim, quando a área estiver em produção, a minha renda ficará ainda melhor”, relata.

Antes da pupunha a renda da Cooperada, proveniente da venda de frutas e legumes, era inferior a um salário mínimo.

A cooperada Janete também não deixa de ver as melhorias que a Coopalm trouxe para sua vida e de muitos cooperados, que assim como ela, acreditaram e investiram na pupunha.

“Quando eu comecei o plantio em 2004 muitos diziam que acabaria comendo a pupunha com dendê, por não ter quem comprasse o palmito, mas eu acreditei e hoje estou colhendo os frutos desse investimento”, finaliza.  

Rua Getúlio Varga, 33 | 45.435-000

Centro | Ituberá, BA | Brasil

Fone: 55 73 3256-1996 | 55 73 3256-1997

coopalm@coopalm.com.br

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